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"Our loyalties must transend our race, our tribe, our class, and our nation; and this means we must develop a world perspective." - Martin Luther King Jr.
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Boas notícias
Foi aprovada a tranche de €14,6 milhões a Portugal pela Troika, eu posso não acreditar que com as actuais condições de pagamento muitos sobrevivamos, ou que seja uma ajuda correcta, porém sei que sozinhos não sobreviveremos, e é com orgulho que vejo, que ao contrário de anteriores Governos, este cumpre!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Regras?
Numa folha de papel afixada numa parede da sala de imprensa do Conselho de Ministros Europeu explicam-se as 13 regras gerais em aplicação. O ponto número seis refere que os jornalistas que efectuam a gravação dessas ocasiões devem garantir que as câmaras captam apenas o som ambiente e não as conversas entre os ministros. E explicita que, caso as conversas sejam gravadas, as mesmas não podem ser difundidas.
Conversas paralelas
Entre os Ministros das Finanças português e alemão, boas ou más notícias para Portugal?
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
FTS
Licenciado em Economia na Univ. do Porto. PhD em Economia pela Universidade da Carolina do Sul, dissertação do doutoramento sobre "Three Essays on Portuguese Monetary Economics".
Professor de Economia, ex-Ministro das Finanças.
2010
Admitiu que o risco de Portugal pedir ajuda externa era bastante elevado, mas sempre colocou de parte quaisquer conversações com a UE. Colocou na fasquia dos 7% a taxa de juro máxima para Portugal pedir ajuda externa. Valor que veio a ser atingido em Novembro desse ano, como se pode ver no gráfico, sendo a ajuda pedida apenas a 6 de Abril de 2011 com as taxas de juro da dívida a 10 anos a rondar os 8,5%.
2011
Em Janeiro voltou a afirmar que não existia necessidade de pedir ajuda externa, já as taxas de juros estavam nos 7,11%, dando o défice inferior aos 7,3% acordados como a razão para tal, acabando depois por se confirmar que o défice de 2010 tinha ficado nos 8,6%.
Em Março, veio a público dizer que Portugal foi empurrado para o abismo pela irresponsabilidade de quem rejeitou o PEC IV, a oposição, situação que poderia ter sido evitada. Disse ainda que as taxas de juro suportadas na altura eram insustentáveis para o país.
Só um mês depois pediu assistência para o país.
2012
Confirma que o OE2012 dificilmente poderia ser menos apertado, e que o crescimento económico está no tecido empresarial e não no orçamento. Confessa também que desde Novembro de 2010 via a ajuda externa como inevitável apesar de tudo o que declarou posteriormente. Vê o OE2012 e o memorando como boas armas para atingir os objectivos delineados, e para reerguer Portugal, mas que é necessária uma boa resposta europeia para que tudo resulte.
Vê com muito bons olhos o processo de privatizações, como uma boa oportunidade para Portugal.
Comentário Final:
Fácil de reconhecer, Fernando Teixeira dos Santos, uma pessoa completamente diferente, com ideias diferentes das que aplicou, admitindo os seus erros e fracassos.
Na minha opinião não é a mesma pessoa, ou apenas já não é controlado por outra pessoa...
Professor de Economia, ex-Ministro das Finanças.
2010
Admitiu que o risco de Portugal pedir ajuda externa era bastante elevado, mas sempre colocou de parte quaisquer conversações com a UE. Colocou na fasquia dos 7% a taxa de juro máxima para Portugal pedir ajuda externa. Valor que veio a ser atingido em Novembro desse ano, como se pode ver no gráfico, sendo a ajuda pedida apenas a 6 de Abril de 2011 com as taxas de juro da dívida a 10 anos a rondar os 8,5%.
2011
Em Janeiro voltou a afirmar que não existia necessidade de pedir ajuda externa, já as taxas de juros estavam nos 7,11%, dando o défice inferior aos 7,3% acordados como a razão para tal, acabando depois por se confirmar que o défice de 2010 tinha ficado nos 8,6%.
Em Março, veio a público dizer que Portugal foi empurrado para o abismo pela irresponsabilidade de quem rejeitou o PEC IV, a oposição, situação que poderia ter sido evitada. Disse ainda que as taxas de juro suportadas na altura eram insustentáveis para o país.
Só um mês depois pediu assistência para o país.
2012
Confirma que o OE2012 dificilmente poderia ser menos apertado, e que o crescimento económico está no tecido empresarial e não no orçamento. Confessa também que desde Novembro de 2010 via a ajuda externa como inevitável apesar de tudo o que declarou posteriormente. Vê o OE2012 e o memorando como boas armas para atingir os objectivos delineados, e para reerguer Portugal, mas que é necessária uma boa resposta europeia para que tudo resulte.
Vê com muito bons olhos o processo de privatizações, como uma boa oportunidade para Portugal.
Comentário Final:
Fácil de reconhecer, Fernando Teixeira dos Santos, uma pessoa completamente diferente, com ideias diferentes das que aplicou, admitindo os seus erros e fracassos.
Na minha opinião não é a mesma pessoa, ou apenas já não é controlado por outra pessoa...
Boas notícias!
- O risco das obrigações do tesouro tem caído a pique neste mês de Fevereiro! Óptimas notícias visto que é no período a 10 anos que tal tem mais impacto, excelente passo dado para voltarmos ao mercados no fim da ajuda externa.
- O nosso défice comercial tem caído a pique, no final de 2011, 79,5% das importações eram pagas pelas exportações, um indicador muito bom, que deve deixar todos satisfeitos, pois sem dúvida que este foi o plano escolhido pelo Governo para reerguer Portugal e está a surtir efeito, resta analisar o comportamento das restantes variáveis.
- Os gestores públicos da TAP, CGD, CTT, RTP e Empordef não serão abrangidos pelas limitações salariais impostas aos gestores de institutos públicos. Destaco esta notícia porque tenho vindo desde sempre a defender que se queremos um Sector Empresarial do Estado com qualidade, eficiente e competitivo, devemos ter os melhores, devemos competir pelos gestores com o privado, e não é com salários de 5000€ que isso é possível! Excelente notícia a meu ver, demonstra ponderação da parte do Governo ao pensar nos vários casos existentes nas suas empresas e não nelas como um todo!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
portugal PORTUGAL!
O Eurostat lançou o novo indicador trimestral da dívida pública dos países, o resultado de Portugal foi uma dívida superior a 110% do PIB no fim de Setembro, começaram as críticas!
É impressionante ver do lado socialista críticas a estes valores, por duas razões:
1ª- Foi o Governo Socialista o primeiro na nossa história a romper o tecto de endividamento estipulado de 60% do PIB, e a chegar aos 100%, sem investimentos que sustentem tamanho aumento!
2ª- Este aumento de dívida pública no terceiro trimestre reflecte o recebimento da ajuda externa, durante esse período, ou queriam apenas uma ajuda teórica sem dinheiro para resultados práticos?
Isto é pura demagogia! Criticam o Ministro da Economia, mas sem dúvida ele preocupa-se com a forma de expor Portugal aos Mercados, ao contrário do PS que com afirmações destas, só empurra ainda mais Portugal para o buraco!
Curioso (ou não) não ver comentários à previsão consensual dos bancos de investimento (os conhecidos mercados) de que Portugal não necessita de um segundo resgate, apenas mais €30 mil milhões e um prolongamento dos prazos de assistência e de regresso aos mercados até 2015, óptimas notícias digo eu!
O que difere as duas notícias é que uma é sobre Setembro de 2011 e outra é do dia 6 de Fevereiro de 2012, o PS prefere criticar a primeira, e a mim não me surpreende!
É impressionante ver do lado socialista críticas a estes valores, por duas razões:
1ª- Foi o Governo Socialista o primeiro na nossa história a romper o tecto de endividamento estipulado de 60% do PIB, e a chegar aos 100%, sem investimentos que sustentem tamanho aumento!
2ª- Este aumento de dívida pública no terceiro trimestre reflecte o recebimento da ajuda externa, durante esse período, ou queriam apenas uma ajuda teórica sem dinheiro para resultados práticos?
Isto é pura demagogia! Criticam o Ministro da Economia, mas sem dúvida ele preocupa-se com a forma de expor Portugal aos Mercados, ao contrário do PS que com afirmações destas, só empurra ainda mais Portugal para o buraco!
Curioso (ou não) não ver comentários à previsão consensual dos bancos de investimento (os conhecidos mercados) de que Portugal não necessita de um segundo resgate, apenas mais €30 mil milhões e um prolongamento dos prazos de assistência e de regresso aos mercados até 2015, óptimas notícias digo eu!
O que difere as duas notícias é que uma é sobre Setembro de 2011 e outra é do dia 6 de Fevereiro de 2012, o PS prefere criticar a primeira, e a mim não me surpreende!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Memória de elefante
Os alemães continuam o burburinho acerca da ajuda a Portugal e à Grécia, por parte da Alemanha.
Mas não foi também ela causa para a consequência? Não foi já ela ajudada por todos, acima das possibilidades de todos, quando mais precisava? É por causa de uma União assim, que estamos como estamos...
Mas não foi também ela causa para a consequência? Não foi já ela ajudada por todos, acima das possibilidades de todos, quando mais precisava? É por causa de uma União assim, que estamos como estamos...
terça-feira, 24 de maio de 2011
Um mar de rosas????
Aproveitaram os impostos para aumentar a receita, e adiaram as despesas (extravagantes) socialistas, tudo parecia um mar de rosas, mas afinal não o é! De quem é a culpa? Do PSD.
P.S. Eu sou contra a prática de se forjar dados para enganar o Mundo lá fora, e como se tem visto, se tivéssemos pedido ajuda não estaríamos nas condições que estamos agora...
P.S. Eu sou contra a prática de se forjar dados para enganar o Mundo lá fora, e como se tem visto, se tivéssemos pedido ajuda não estaríamos nas condições que estamos agora...
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Estes ******** Estão loucos!
Os Russos eram amigos dos Alemães, os Finlandeses eram Russos, os Alemães não queriam ajudar Portugal, agora estes "True Finn" não querem ajudar Portugal... É caso para dizer, haverá verdadeiros finlandeses? Eu acho que não, então a opinião deles não conta!
domingo, 10 de abril de 2011
A birra continua
"Os responsáveis europeus começam a dar sinais de impaciência com o desacordo público entre o governo, a oposição e o Presidente da República sobre o programa de assistência financeira a Portugal, frisando que só haverá ajuda em troca de um entendimento completo e sólido a este respeito entre os principais partidos políticos." -Público
Até quando vai continuar a birra do Governo? Vão continuar a destruir-nos como nos últimos 6 anos?
Até quando vai continuar a birra do Governo? Vão continuar a destruir-nos como nos últimos 6 anos?
quarta-feira, 6 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Sócrates em destaque na Imprensa Internacional
É a comunicação social que faz chegar a países como o Brasil a atitude portuguesa em relação à ajuda por parte dos mesmos... Faz de tudo para nos afundar mais e mais e mais!
Imprensa Brasileira
Imprensa Espanhola
Imprensa Brasileira
Imprensa Espanhola
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