Os juros da dívida pública nacional baixam em todos os períodos, chegando a taxa a dois anos a descer abaixo dos 10%, atingido o valor mais baixo desde Abril de 2011, antes do pedido de resgate.
O caminho seguido pode ser motivo de discórdia, pode ter muitas lacunas, mas surgem resultados positivos que os mais ferozes críticos não procuram comentar...
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"Our loyalties must transend our race, our tribe, our class, and our nation; and this means we must develop a world perspective." - Martin Luther King Jr.
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terça-feira, 27 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Paul Krugman
Deixo aqui uma entrevista e um artigo de opinião de Paul Krugman que achei bastante interessantes e aconselho a sua leitura.
Boas notícias
Foi aprovada a tranche de €14,6 milhões a Portugal pela Troika, eu posso não acreditar que com as actuais condições de pagamento muitos sobrevivamos, ou que seja uma ajuda correcta, porém sei que sozinhos não sobreviveremos, e é com orgulho que vejo, que ao contrário de anteriores Governos, este cumpre!
Ignorância?!
Respondendo ao José Meireles Graça do Forte Apache e ao Henrique Raposo do Expresso, se Portugal fosse só as aldeias de: Mouriscas e Pego (ambas a sul de Coimbra), os nossos problemas desapareceriam todos, fiquem com o vosso Norte, que foram pessoas como vós que nos deixaram assim!
E agora ninguém agradece?
A Cimpor vai continuar em Portugal, apesar da subida de impostos.
Podemos pensar que do ponto de vista da empresa é uma má decisão visto que o objectivo de toda e qualquer empresa é maximizar os seus lucros.
Mas uma empresa instalada há muitos anos em Portugal, das maiores empresas nacionais, com cerca de mil colaboradores actualmente, sabe que não é mudar a sua sede que a vai tornar mais competitiva, mas sim manter-se no seu país a contribuir para que ele não se afunde de vez e não perca todos os seus colaboradores internos que "morreriam" com o afundar de Portugal.
Para aqueles que defendiam a Jerónimo Martins, deviam ser vós a pagar a diferença de impostas paga pela empresa ao Estado antes e depois de se sediar na Holanda.
Aos restantes, acho que faz todo o sentido o agradecimento à Cimpor por não desistir do seu país.
Podemos pensar que do ponto de vista da empresa é uma má decisão visto que o objectivo de toda e qualquer empresa é maximizar os seus lucros.
Mas uma empresa instalada há muitos anos em Portugal, das maiores empresas nacionais, com cerca de mil colaboradores actualmente, sabe que não é mudar a sua sede que a vai tornar mais competitiva, mas sim manter-se no seu país a contribuir para que ele não se afunde de vez e não perca todos os seus colaboradores internos que "morreriam" com o afundar de Portugal.
Para aqueles que defendiam a Jerónimo Martins, deviam ser vós a pagar a diferença de impostas paga pela empresa ao Estado antes e depois de se sediar na Holanda.
Aos restantes, acho que faz todo o sentido o agradecimento à Cimpor por não desistir do seu país.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Destaques
- Com antecedência, fico bastante aliviado, por saber que, em 2013 não haverá tolerância de ponto no Carnaval!
- Rui Vilar e Luís Palha, dois social-democratas, vão para a administração da REN, já privatizada pergunto se não haverá ninguém a tentar atirar pedras e a chamar-lhes boys?
- A State Grid, empresa que adquiriu recentemente 25% do capital da REN, vai investir €12 milhões na instalação de um centro de investigação e desenvolvimento em Portugal. Bom trabalho o que este Governo está a fazer no capítulo das privatizações!
- Aconselho a leitura do Editorial da Revista Sábado!
- A economia portuguesa recuará 3,3% em 2012, são as novas previsões, ao contrário dos 3% inscritos no orçamento. Com medidas tão duras é bom sinal regredirmos "tão pouco"...
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
In Limbo
É aí que está Portugal, numa União Europeia dividida pelo Euro. De um lado Inglaterra do outro Alemanha e França.
A Alemanha pretende manter o Euro, pagando o mínimo para que tal aconteça, e levando todas as suas decisões inevitáveis até ao limite máximo de tempo possível.
Portugal, cumpridor, tem visto as melhorias no seu pacote de ajuda externa serem adiadas constantemente apesar da sua inevitabilidade, um pacote controlado pela Alemanha e sem demarcação possível.
Do outro lado a Inglaterra insatisfeita com as medidas tomadas na Zona Euro, com o rumo da Europa, tenta demarcar-se e leva consigo alguns aliados, como é exemplo a Itália, através de um plano de crescimento europeu, contando com aqueles que ainda têm autonomia para o fazer.
Portugal não foi chamado a assinar o manifesto, pois está alinhado com Merkel, A. José Seguro critica o facto de Portugal não assinar o manifesto, mas que pode o nosso Governo fazer? Não é fulcral alargar prazos e baixar juros? Claro que é, prova disso foi o PS ter pedido recentemente à Troika que nos desse mais tempo!
Então que fazer nesta Europa partida?
A Alemanha pretende manter o Euro, pagando o mínimo para que tal aconteça, e levando todas as suas decisões inevitáveis até ao limite máximo de tempo possível.
Portugal, cumpridor, tem visto as melhorias no seu pacote de ajuda externa serem adiadas constantemente apesar da sua inevitabilidade, um pacote controlado pela Alemanha e sem demarcação possível.
Do outro lado a Inglaterra insatisfeita com as medidas tomadas na Zona Euro, com o rumo da Europa, tenta demarcar-se e leva consigo alguns aliados, como é exemplo a Itália, através de um plano de crescimento europeu, contando com aqueles que ainda têm autonomia para o fazer.
Portugal não foi chamado a assinar o manifesto, pois está alinhado com Merkel, A. José Seguro critica o facto de Portugal não assinar o manifesto, mas que pode o nosso Governo fazer? Não é fulcral alargar prazos e baixar juros? Claro que é, prova disso foi o PS ter pedido recentemente à Troika que nos desse mais tempo!
Então que fazer nesta Europa partida?
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
2012 em análise
Deixo aqui o Boletim Estatístico do Banco de Portugal referente a Fevereiro de 2012, com o intuito de uma avaliação contínua, da evolução económico-financeira do ANO das nossas vidas.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Questiono-me
António José Seguro disse que, se estivesse no Governo, também aplicaria medidas de austeridade (como se fosse evitável...), mas que as aplicaria que forma mais branda, pois este Governo aplicou-as com tal brutalidade que até vai haver excedente no défice de 2011 em relação ao acordado...
Pergunto-me, onde está essa brutalidade?
A transferência do fundo de pensões da Caixa não foi o verdadeiro factor?
Deveríamos continuar a rodar edifícios e terrenos entre Governo e Institutos Públicos?
Se as medidas em 2011 excederam a dose, em 2012, acabámos de matar o doente!
Se deviam ser mais brandas e de forma mais contínua? Deviam, e os prazos e as metas não deviam? Somos uma União ou a periferia de uma hegemonia?
Pergunto-me, onde está essa brutalidade?
A transferência do fundo de pensões da Caixa não foi o verdadeiro factor?
Deveríamos continuar a rodar edifícios e terrenos entre Governo e Institutos Públicos?
Se as medidas em 2011 excederam a dose, em 2012, acabámos de matar o doente!
Se deviam ser mais brandas e de forma mais contínua? Deviam, e os prazos e as metas não deviam? Somos uma União ou a periferia de uma hegemonia?
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Conversas paralelas
Entre os Ministros das Finanças português e alemão, boas ou más notícias para Portugal?
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
FTS
Licenciado em Economia na Univ. do Porto. PhD em Economia pela Universidade da Carolina do Sul, dissertação do doutoramento sobre "Three Essays on Portuguese Monetary Economics".
Professor de Economia, ex-Ministro das Finanças.
2010
Admitiu que o risco de Portugal pedir ajuda externa era bastante elevado, mas sempre colocou de parte quaisquer conversações com a UE. Colocou na fasquia dos 7% a taxa de juro máxima para Portugal pedir ajuda externa. Valor que veio a ser atingido em Novembro desse ano, como se pode ver no gráfico, sendo a ajuda pedida apenas a 6 de Abril de 2011 com as taxas de juro da dívida a 10 anos a rondar os 8,5%.
2011
Em Janeiro voltou a afirmar que não existia necessidade de pedir ajuda externa, já as taxas de juros estavam nos 7,11%, dando o défice inferior aos 7,3% acordados como a razão para tal, acabando depois por se confirmar que o défice de 2010 tinha ficado nos 8,6%.
Em Março, veio a público dizer que Portugal foi empurrado para o abismo pela irresponsabilidade de quem rejeitou o PEC IV, a oposição, situação que poderia ter sido evitada. Disse ainda que as taxas de juro suportadas na altura eram insustentáveis para o país.
Só um mês depois pediu assistência para o país.
2012
Confirma que o OE2012 dificilmente poderia ser menos apertado, e que o crescimento económico está no tecido empresarial e não no orçamento. Confessa também que desde Novembro de 2010 via a ajuda externa como inevitável apesar de tudo o que declarou posteriormente. Vê o OE2012 e o memorando como boas armas para atingir os objectivos delineados, e para reerguer Portugal, mas que é necessária uma boa resposta europeia para que tudo resulte.
Vê com muito bons olhos o processo de privatizações, como uma boa oportunidade para Portugal.
Comentário Final:
Fácil de reconhecer, Fernando Teixeira dos Santos, uma pessoa completamente diferente, com ideias diferentes das que aplicou, admitindo os seus erros e fracassos.
Na minha opinião não é a mesma pessoa, ou apenas já não é controlado por outra pessoa...
Professor de Economia, ex-Ministro das Finanças.
2010
Admitiu que o risco de Portugal pedir ajuda externa era bastante elevado, mas sempre colocou de parte quaisquer conversações com a UE. Colocou na fasquia dos 7% a taxa de juro máxima para Portugal pedir ajuda externa. Valor que veio a ser atingido em Novembro desse ano, como se pode ver no gráfico, sendo a ajuda pedida apenas a 6 de Abril de 2011 com as taxas de juro da dívida a 10 anos a rondar os 8,5%.
2011
Em Janeiro voltou a afirmar que não existia necessidade de pedir ajuda externa, já as taxas de juros estavam nos 7,11%, dando o défice inferior aos 7,3% acordados como a razão para tal, acabando depois por se confirmar que o défice de 2010 tinha ficado nos 8,6%.
Em Março, veio a público dizer que Portugal foi empurrado para o abismo pela irresponsabilidade de quem rejeitou o PEC IV, a oposição, situação que poderia ter sido evitada. Disse ainda que as taxas de juro suportadas na altura eram insustentáveis para o país.
Só um mês depois pediu assistência para o país.
2012
Confirma que o OE2012 dificilmente poderia ser menos apertado, e que o crescimento económico está no tecido empresarial e não no orçamento. Confessa também que desde Novembro de 2010 via a ajuda externa como inevitável apesar de tudo o que declarou posteriormente. Vê o OE2012 e o memorando como boas armas para atingir os objectivos delineados, e para reerguer Portugal, mas que é necessária uma boa resposta europeia para que tudo resulte.
Vê com muito bons olhos o processo de privatizações, como uma boa oportunidade para Portugal.
Comentário Final:
Fácil de reconhecer, Fernando Teixeira dos Santos, uma pessoa completamente diferente, com ideias diferentes das que aplicou, admitindo os seus erros e fracassos.
Na minha opinião não é a mesma pessoa, ou apenas já não é controlado por outra pessoa...
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
CS a comparar o incomparável!
O executivo irlandês, ao contrário do Governo português, promove a imigração de quadros qualificados para o seu país, introduzindo uma redução fiscal de 30% para quem ganhe mais de 75 mil/€ ao ano.
A comunicação social insiste em fazer estas comparações, procurando aumentar o conflito e o descontentamento entre a população.
É impossível comparar Portugal e Irlanda, tal como, é impossível tomar a mesma "receita" nas duas economias.
O "Tigre Celta" era antes da crise um país com taxa de crescimento superior à da UE, taxa de tributação das empresas reduzida, a taxa das multinacionais sediadas na Irlanda era cerca de 4%, o seu défice em 2007 era 0% e o desemprego rondava a mesma taxa.
Estão na cara as diferenças entre os dois países, não vale a pena fazer comparações, até porque os portugueses não gostam de pessoas que ganhem tanto dinheiro num ano e Portugal não tem empresas suficientes para acolher a mão de obra altamente qualificada formada cá, quanto mais a de fora.
A comunicação social insiste em fazer estas comparações, procurando aumentar o conflito e o descontentamento entre a população.
É impossível comparar Portugal e Irlanda, tal como, é impossível tomar a mesma "receita" nas duas economias.
O "Tigre Celta" era antes da crise um país com taxa de crescimento superior à da UE, taxa de tributação das empresas reduzida, a taxa das multinacionais sediadas na Irlanda era cerca de 4%, o seu défice em 2007 era 0% e o desemprego rondava a mesma taxa.
Estão na cara as diferenças entre os dois países, não vale a pena fazer comparações, até porque os portugueses não gostam de pessoas que ganhem tanto dinheiro num ano e Portugal não tem empresas suficientes para acolher a mão de obra altamente qualificada formada cá, quanto mais a de fora.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
portugal PORTUGAL!
O Eurostat lançou o novo indicador trimestral da dívida pública dos países, o resultado de Portugal foi uma dívida superior a 110% do PIB no fim de Setembro, começaram as críticas!
É impressionante ver do lado socialista críticas a estes valores, por duas razões:
1ª- Foi o Governo Socialista o primeiro na nossa história a romper o tecto de endividamento estipulado de 60% do PIB, e a chegar aos 100%, sem investimentos que sustentem tamanho aumento!
2ª- Este aumento de dívida pública no terceiro trimestre reflecte o recebimento da ajuda externa, durante esse período, ou queriam apenas uma ajuda teórica sem dinheiro para resultados práticos?
Isto é pura demagogia! Criticam o Ministro da Economia, mas sem dúvida ele preocupa-se com a forma de expor Portugal aos Mercados, ao contrário do PS que com afirmações destas, só empurra ainda mais Portugal para o buraco!
Curioso (ou não) não ver comentários à previsão consensual dos bancos de investimento (os conhecidos mercados) de que Portugal não necessita de um segundo resgate, apenas mais €30 mil milhões e um prolongamento dos prazos de assistência e de regresso aos mercados até 2015, óptimas notícias digo eu!
O que difere as duas notícias é que uma é sobre Setembro de 2011 e outra é do dia 6 de Fevereiro de 2012, o PS prefere criticar a primeira, e a mim não me surpreende!
É impressionante ver do lado socialista críticas a estes valores, por duas razões:
1ª- Foi o Governo Socialista o primeiro na nossa história a romper o tecto de endividamento estipulado de 60% do PIB, e a chegar aos 100%, sem investimentos que sustentem tamanho aumento!
2ª- Este aumento de dívida pública no terceiro trimestre reflecte o recebimento da ajuda externa, durante esse período, ou queriam apenas uma ajuda teórica sem dinheiro para resultados práticos?
Isto é pura demagogia! Criticam o Ministro da Economia, mas sem dúvida ele preocupa-se com a forma de expor Portugal aos Mercados, ao contrário do PS que com afirmações destas, só empurra ainda mais Portugal para o buraco!
Curioso (ou não) não ver comentários à previsão consensual dos bancos de investimento (os conhecidos mercados) de que Portugal não necessita de um segundo resgate, apenas mais €30 mil milhões e um prolongamento dos prazos de assistência e de regresso aos mercados até 2015, óptimas notícias digo eu!
O que difere as duas notícias é que uma é sobre Setembro de 2011 e outra é do dia 6 de Fevereiro de 2012, o PS prefere criticar a primeira, e a mim não me surpreende!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Crise da Dívida, destaques
Notícias importantes e actuais que destaco acerca da crise da dívida na Europa:
-"Quanto mais a troika e o BCE nos emprestam mais difícil é regressar aos mercados" Jornal i
-"Esqueçam a Grécia. É Portugal que vai destruir o euro" Negócios Online
-"Portugal Restructuring Certain; Ireland, Spain Likely-Rogoff" WSJ
-"Fitch. Portugal não representa um risco para a zona euro" iOnline
-""Financial Times": regresso de Portugal aos mercados em 2013 é "inconcebível"" Expresso
-"Governo alemão confirma: Berlim quer ocupar Atenas e talvez Lisboa" iOnline
-"Vigilância europeia do orçamento grego "é inaceitável"" Económico
Após ler notícias umas tão chocantes, outras tão contraditórias, decidi deixar aqui este leque e deixar ao critério de cada um ajuizar a crise no presente, porque a mim baralha-me!
-"Quanto mais a troika e o BCE nos emprestam mais difícil é regressar aos mercados" Jornal i
-"Esqueçam a Grécia. É Portugal que vai destruir o euro" Negócios Online
-"Portugal Restructuring Certain; Ireland, Spain Likely-Rogoff" WSJ
-"Fitch. Portugal não representa um risco para a zona euro" iOnline
-""Financial Times": regresso de Portugal aos mercados em 2013 é "inconcebível"" Expresso
-"Governo alemão confirma: Berlim quer ocupar Atenas e talvez Lisboa" iOnline
-"Vigilância europeia do orçamento grego "é inaceitável"" Económico
Após ler notícias umas tão chocantes, outras tão contraditórias, decidi deixar aqui este leque e deixar ao critério de cada um ajuizar a crise no presente, porque a mim baralha-me!
Excelentes notícias!
Portugal voltou hoje aos mercados, vendeu €1500 milhões em obrigações do tesoura a 3 e a 6 meses, melhorando o rácio entre a procura e a oferta na dívida a 3 meses e diminuindo as taxas de juro para valores mais baixos desde o pedido de resgate!
É disto que precisamos para recuperar, da confiança dos mercados, pois só com ela nos conseguiremos voltar a financiar!
Para aqueles que se limitam a criticar:
"I am an optimist. It does not seem too much use being anything else."
É disto que precisamos para recuperar, da confiança dos mercados, pois só com ela nos conseguiremos voltar a financiar!
Para aqueles que se limitam a criticar:
"I am an optimist. It does not seem too much use being anything else."
Winston Churchill
domingo, 29 de janeiro de 2012
Só muda o cheiro...
"Arménio Carlos reafirmou que "este acordo não é lei" e o que resulta da assinatura do acordo entre o Governo, os patrões e a UGT é "um retrocesso social e civilizacional sem precedentes", uma consequência do acordo entre o Executivo e a 'troika'."
Incoerência
Seguro vai colocar as suas propostas no site do PS para não se esquecer daquilo que vai dizendo.
Meta também o que assina, assim não corre o risco de criticar o acordo com a Madeira, porque não gosta da receita aplicada, que por acaso é igual à do Memorando da Troika para o país assinado pelo Governo de Sócrates e apoiado pelo actual líder Socialista.
Meta também o que assina, assim não corre o risco de criticar o acordo com a Madeira, porque não gosta da receita aplicada, que por acaso é igual à do Memorando da Troika para o país assinado pelo Governo de Sócrates e apoiado pelo actual líder Socialista.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Um pergunta!
Carvalho da Silva, o que é que o senhor fez em prol do país, no actual contexto económico mundial, com significado substancial para mudar para melhor e de forma sustentável?
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
2012 em análise
Como todos sabemos este ano não é apenas mais um ano para Portugal, este é o ANO!
Daqui a muitos anos podemos vê-lo como hoje vemos nos livros de história o ano de 1929, a grande depressão, que não alterou a tendência do crescimento económico mundial desde a Rev. Industrial até aos dias de hoje, mas foram 10 anos de muito sofrimento para os povos!
Deixo então aqui o Boletim Estatístico do Banco de Portugal referente a Janeiro de 2012, com o intuito de uma avaliação pessoal sobre o mesmo e a nossa evolução económica neste primeiro mês, do ANO das nossas vidas!
Daqui a muitos anos podemos vê-lo como hoje vemos nos livros de história o ano de 1929, a grande depressão, que não alterou a tendência do crescimento económico mundial desde a Rev. Industrial até aos dias de hoje, mas foram 10 anos de muito sofrimento para os povos!
Deixo então aqui o Boletim Estatístico do Banco de Portugal referente a Janeiro de 2012, com o intuito de uma avaliação pessoal sobre o mesmo e a nossa evolução económica neste primeiro mês, do ANO das nossas vidas!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Acordo tripartido
Após 17 horas de reunião Governo e parceiros sociais, que viu a CGTP abandonar a meio, pois recusa-se a trabalhar mais de 8 horas seguidas, chegou-se a acordo com o objectivo de reforçar a competitividade da economia do país.
A primeira medida que destaco, pela positiva, deste acordo é o facto do trabalhador poder trabalhar menos horas num dia e compensar no outro sem que isso se reflicta em horas extraordinárias e encargos para os patrões, dando assim muito mais flexibilidade e simplicidade nas relações trabalhador-empregador.
Segunda aspecto que destaco pela positiva foi a mudança de atitude da UGT, que apesar de não estar totalmente satisfeita com o acordo, numa base de diálogo, consciente dos problemas que o país atravessa, colocou os seus interesses para trás das costas e procurou chegar ao acordo tão necessário para o país, afirmando até que o acordo é favorável para os trabalhadores.
Satisfeitos ficaram também António Saraiva, presidente da CIP, e João Vieira Lopes, presidente da CCP, com a queda da meia hora extra de trabalho em detrimento da criação de uma bolsa de horas anual que o empregador poderá usar em caso de necessidade da empresa e que varia entre as 150 e as 200 horas consoante o contrato de trabalho e da alteração de férias, feriados e pontes.
Por fim, deixa-me bastante orgulhoso o governo não esquecer os cursos de formação profissional, onde pretende promover uma maior articulação entre empresas, escolas e estudantes, com o objectivo de aumentar os níveis de qualificação. Reduzir e eliminar alguns cursos de formação profissional do IEFP está também na agenda do documento, em prol do reforço dos que têm maiores níveis de empregabilidade.
A primeira medida que destaco, pela positiva, deste acordo é o facto do trabalhador poder trabalhar menos horas num dia e compensar no outro sem que isso se reflicta em horas extraordinárias e encargos para os patrões, dando assim muito mais flexibilidade e simplicidade nas relações trabalhador-empregador.
Segunda aspecto que destaco pela positiva foi a mudança de atitude da UGT, que apesar de não estar totalmente satisfeita com o acordo, numa base de diálogo, consciente dos problemas que o país atravessa, colocou os seus interesses para trás das costas e procurou chegar ao acordo tão necessário para o país, afirmando até que o acordo é favorável para os trabalhadores.
Satisfeitos ficaram também António Saraiva, presidente da CIP, e João Vieira Lopes, presidente da CCP, com a queda da meia hora extra de trabalho em detrimento da criação de uma bolsa de horas anual que o empregador poderá usar em caso de necessidade da empresa e que varia entre as 150 e as 200 horas consoante o contrato de trabalho e da alteração de férias, feriados e pontes.
Por fim, deixa-me bastante orgulhoso o governo não esquecer os cursos de formação profissional, onde pretende promover uma maior articulação entre empresas, escolas e estudantes, com o objectivo de aumentar os níveis de qualificação. Reduzir e eliminar alguns cursos de formação profissional do IEFP está também na agenda do documento, em prol do reforço dos que têm maiores níveis de empregabilidade.
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