Patricia Kowsmann veio através do Wall Street Journal dizer que se a Zona Euro fosse uma família, Portugal seria o filho mais respeitador das ordens dos pais.
Após o pedido de resgate Portugal e o seu Governo tudo têm feito para cumprir as metas previstas, mas isso não chega é preciso uma agenda de crescimento, os investidores continuam a não acreditar em Portugal.
Existem duas soluções para este problema, a primeira é Portugal pedir um ajustamento das metas e prazos propostos, o que teria o apoio de países como Irlanda, Espanha, Itália por razões óbvias. Segundo, os líderes da zona euro deveriam assumir responsabilidade e admitir o óbvio, que estes programas não chegam para salvar um país é preciso fundo para se crescer no curto prazo, e deviam ser eles a dar esse fôlego aos países que precisam.
Uma coisa é certa, se podem acusar lá fora a Grécia de slow-play no que toca a austeridade, o mesmo não podem dizer de Portugal!
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"Our loyalties must transend our race, our tribe, our class, and our nation; and this means we must develop a world perspective." - Martin Luther King Jr.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Da derrapagem
Temos no Ministério da Justiça...
E soma-se aqui mais uns trocos...
Mas que raio? Exemplos destes é que causaram tanta bulha?
É porque devem ser trocos comparando com o resto. (espero que a ironia não se torne realidade)
E soma-se aqui mais uns trocos...
Mas que raio? Exemplos destes é que causaram tanta bulha?
É porque devem ser trocos comparando com o resto. (espero que a ironia não se torne realidade)
terça-feira, 29 de março de 2011
Resposta ao PM
Sr Primeiro Ministro, em resposta ao que disse:
Ganhe tino!
- "o País não fica melhor se ninguém fizer nada."- Eu digo-lhe se você não tivesse feito nada estávamos melhor do que estamos, e por nada entenda-se, ter-se candidatado.
- “a oposição quis abrir uma crise política” e “fizeram-no não por uma razão objectiva, mas por cobiça de poder.”- Você é que sabendo que já estava esgotado no poder, e agarrado ao poder que está, arranjou mais uma daquelas manhas "a la Sócrates"
- “Lamento que isso tenha acontecido e que os partidos não tenham a responsabilidade de apresentarem medidas. Não basta dizer que se comprometem. O que é importante é que digam quais são as medidas para chegar a esse défice", sublinhou. - E o que diz daqueles que se comprometem, e têm a lata de dizer que estamos melhor do que o previsto, e na verdade vai nos ser revisto o défice em alta?
- “Explicámos que é preciso tomar medidas exigentes. Não as tomar não é melhor. Significa viver o que estamos a viver. A recusa do PEC não conduz a que Portugal possa” deixar de implementar medidas de austeridade. - Mas não tinha dito que o PEC só servia para ganharem confiança em nós e não por problemas de cumprimento?
Ganhe tino!
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